Estava eu dando uma lida rápida num livro muito bacana chamado "Ludificador", de autoria do Vince Vader do blog Game Analyticz (aliás, o livro pode ser baixado livremente aqui), quando me peguei pensando em algumas coisas após ler suas muito bem feitas referências a Huizinga e Caillois. Eu entendo de verdade a preocupação dos projetistas de jogos e demais profissionais e pesquisadores envolvidos no assunto em tentar caracterizar detalhadamente o que é um jogo. Essa caracterização é mesmo muito importante para que jogos melhores possam ser construídos. Mas será que já não é hora de diminuir um pouco com essa neura?
"Quando se é sério a respeito de se divertir, nunca é muito divertido" (Calvin)
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Como projetar um jogo (divertido)?
Essa pergunta do título é meio que o Santo Graal dos projetistas de jogos (e de brinquedos!). Afinal, produzir algo divertido é difícil porque diversão é um conceito subjetivo, assim como são outros conceitos envolvidos, tais como apelo, beleza, etc. Mas por isso mesmo é tão importante buscar respondê-la. Afinal, o futuro de Camelot (er...) depende disso. :)
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